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LEMBRE-SE

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Porque as Mulheres Choram?




Autor Desconhecido.

Um garotinho perguntou à sua mãe:

- Mamãe, por que você está chorando?

E ela respondeu:
- Porque sou mulher...
- Mas... eu não entendo.

A mãe se inclinou para ele, abraçou-se e disse:
- Meu amor, você jamais irá entender!

Mais tarde o menininho perguntou ao pai:
- Papai, porque mamãe às vezes chora sem motivo?
- Todas as mulheres sempre choram sem motivo...

Era tudo o que o pai era capaz de responder...

O garotinho cresceu e se tornou um homem. E, de vez em quando, fazia a si mesmo a pergunta: "por que será que as mulheres choram, sem ter motivo para isso?"

Certo dia esse homem se ajoelhou e perguntou a Deus:
- Senhor, diga-me... por que as mulheres choram com tanta facilidade?

E Deus lhe disse:
- Quando eu criei a mulher, tinha que fazer algo muito especial.
Fiz seus ombros suficientemente fortes, capazes de suportar o peso do mundo inteiro... porém suficientemente suaves para confortá-lo.
Dei a ela uma imensa força interior para que pudesse suportar as dores da maternidade e também o desprezo que muitas vezes provem de seus próprios filhos!
Dei-lhe a fortaleza que lhe permite continuar sempre a cuidar de sua família, sem se queixar, apesar das enfermidades e do cansaço, até mesmo quando outros entregam os pontos!
Dei-lhe sensibilidade para amar seus filhos, em qualquer circunstância, mesmo quando esses filhos a tenham magoado muito...
Essa sensibilidade lhe permite afugentar qualquer tristeza, choro ou sentimento da criança, e compartilhar as ansiedades, dúvidas e medos da adolescência!
Porém, para que possa suportar tudo isso, meu filho... eu lhe dei as lágrimas, e são exclusivamente, para usá-las quando precisar. Ao derramá-las, a mulher verte em cada lágrima um pouquinho de amor. Essas gotas de amor desvanecem no ar e salvam a humanidade!

O homem respondeu com um profundo suspiro...
- Agora eu compreendo o sentimento de minha mãe, de minha irmã, de minha esposa.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Lei do Caminhão de Lixo




Um dia peguei um táxi e fomos direto para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente. O motorista do táxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar palavrões. O motorista do taxi apenas sorriu e acenou para o cara. E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.

Assim eu perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!' Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo "A Lei do Caminhão de Lixo".

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. A medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente.

Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar de manhã com remorso, assim... Ame as pessoas que te tratam bem. Ore pelas que não o fazem.

A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!
APROVEITE E VIVA BEM NA PRESENÇA DE DEUS!

A BORBOLETA E A PEQUENA FLOR





Certa vez um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta, mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta. O homem ficou triste porque não entendeu o porquê seu pedido veio errado.
Daí o homem pensou:
“Também com tanta gente para atender...” e resolveu não questionar o presente de Deus.
Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido. Pra sua surpresa, do espinhoso e feio cacto, havia nascido a mais bela das flores.
E a horrível lagarta havia se transformado em uma belíssima borboleta.
Deus sempre age certo. O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar tudo errado. Se pediu uma coisa e recebeu outra, confie. Tenha certeza que Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar. O espinho de hoje...será a flor de amanhã.

01-Qual foi o pedido que o homem fez a Deus?
02-O que o homem recebeu como resposta ao pedido que fez a Deus?
03-O homem entendeu a resposta que recebeu de Deus? Por quê?
04-Você costuma pedir as coisas a Deus? Como? Por quê?
05-Você sempre compreende as respostas que Deus lhe dá? Por quê?
06-Você concorda que “Deus sempre age certo. O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar errado”? Exemplifique.
07-Você crê que “o espinho de hoje...será a flor de amanhã? Por quê?
08-Feche os olhos, acalme o coração, eleve seu pensamento a Deus e lhe faça um pedido.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

AVESSO



No nosso caminhar o tempo e trajetar a vida, encontramos pessoas que passam, outras que vão e outras que ficam. Muitas na mesma direção, mas poucas no mesmo sentido. Algumas até tentam o lado a lado, mas por falta de obstinação e na ânsia de antecipar o futuro ficam a degustar o instantâneo enquanto roem a vida.
Nesse processo de escalar o tempo e “alcançar” o que a vida tem a oferecer, os cruzamentos prescritos nos jogam no peito pessoas que por vezes nos arrastam pelos encantos que parecem ter; e alheios à dor que podemos sentir, esses prescritos mostram que o calendário da convivência faz cair o véu e revelar o que por trás dele parecia puro e perfeito; e depois de dissolver o fascínio e desnudar o belo, faz este mostrar seu avesso e expor o que nos tira o sorriso; e ainda, como castigo, nos força crescer e, com o coração ferido, entender que, se as expressões dos nossos sentimentos não conseguiram fiar o vínculo naquele que de nós se desgarrou é porque a vida nos destina, ainda, a outro caminhar...

(Josué Firmino dos Santos)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O VALOR DO TEMPO



Para você entender o valor de um ano: pergunte a um estudante que não passou nos exames finais.
Para você entender o valor de um mês: pergunte a uma mãe que teve um filho prematuro.
Para você entender o valor de uma semana: pergunte ao editor de uma revista semanal.
Para você entender o valor de uma hora: pergunte aos apaixonados que estão esperando o momento do encontro.
Para você entender o valor de um minuto: pergunte a uma pessoa que perdeu o trem, o ônibus ou o avião.
Para você entender o valor de um segundo: pergunte a alguém que sobreviveu a um acidente.
Para você entender o valor de um milissegundo: pergunte a um ganhador de uma medalha de prata nas Olimpíadas.
Portanto, procure aproveitar seu tempo ao máximo, SEMPRE!!!

O PRUMO de DEUS




REFLEXÃO: “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas (...) no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para o santuário dedicado ao Senhor” Efésios 2:21
“O Senhor me perguntou: Amós, o que você está vendo?” E eu respondi: “um fio de prumo” Ele me disse: “Eu vou medir o meu povo com o prumo.” Amós 7.8 BV.
O prumo é um instrumento usado pelos construtores para que a construção suba verticalmente e segura. No texto bíblico desta meditação, o uso do prumo significa exame feito por Deus da conduta de Israel.
Israel foi testado pelo prumo de Deus e achado em perigo. O edifício religioso e espiritual da nação estava a ponto de desabar. Deus disse: “Não vou mais adiar o castigo.” Os altares e templos pagãos, bem como a família real, seriam destruídos e se transformariam em ruínas.
O prumo na mão de Deus não é apenas para testar a conduta de uma nação. No julgamento final, cada um de nós será aferido pela maneira de falar e de proceder. “O fio de prumo” celestial, isto é, a “lei” (Tiago 2:12), mostrará como estará o edifício da nossa fé. Resistirá ele ao escrutínio divino?
Ao construir Deus este templo e nos colocar como pedras vivas na Sua estrutura, Ele espera que estejamos bem ajustados. Para constatar se realmente estamos no lugar certo, Ele lança mão do prumo. Ao perceber qualquer saliência indevida, ( à semelhança do pedreiro) dá umas pancadinhas aqui e ali até que a pedra fique ajustada no seu lugar, dando prumo ao restante do edifício. Essas pancadinhas são, muitas vezes, as provações que nos alcançam para eliminar as arestas de nossa vida. É o processo de remoção dos pecados e defeitos – e como dói!, às vezes!
Atente para algumas dessas arestas que podem pôr em risco a nossa segurança espiritual individual e da igreja como um todo: a moda, a vaidade, as atrações pecaminosas do mundo, músicas profanas, companhias inconvenientes, ambientes duvidosos, infidelidade em todos os sentidos, desentendimentos entre irmãos e entre casais, mau testemunho, sexo indevido, calúnia, crítica... com essas arestas todas, não podemos estar bem ajustados ao edifício de Deus. Então, Ele toma a “colher” e começa a cortá-las, e nos ajusta quando o permitimos.
Um último ponto: Assim como o barro ou o cimento que liga os tijolos de uma parede, o amor é a amálgama que nos une como pedras vivas, na construção do templo de Deus. Havendo amor entre os irmãos, não haverá brecha, não havendo brecha, Satanás não pode penetrar com suas insinuações. Por isso, o amor fraternal deve ser realidade na vida de todos nós.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A ÁGUIA E A TARTARUGA



A Águia e a tartaruga






Ao sopé de uma gigantesca montanha, confabulando amistosamente, estavam a Águia e a Tartaruga. Falavam sobre superar limites, e atingir objetivos. A Águia, poderosa rainha dos ares, dizia não haver lugares inatingíveis, e nem metas que não pudesse alcançar. A envergadura de suas asas permitia que fosse a qualquer lugar. Era soberana e tinha a segurança que apenas tem, quem sabe do seu real potencial.

A meiga Tartaruga, a quem a paciência já havia ensinado grandes lições, falava sem pressa. Contava sobre pequenos detalhes, que, ao longo de sua caminhada, haviam entrado pelos seus olhos, e marcado seu coração..-A Águia, sempre sedenta por aventuras, propôs um desafio à Tartaruga. Subiriam a montanha, para lá do alto, ver o mar. Queria mostrar para sua amiga, o tamanho real do mundo. O horizonte visto do alto, era de uma beleza ímpar. Empolgada, descreveu o aprendizado que sua alma faminta, já assimilara. A Tartaruga, conhecendo a velocidade de seus passos, soube que este desafio muito lhe custaria. Talvez a metade de sua existência. Mas, queria ver o que havia lá no alto.

Olharam-se, sorridentes, e começaram sua aventura. O farfalhar das asas da Águia, ergueu poeira, e em instantes, sumiu das vistas da Tartaruga. E esta, movendo-se no ritmo que lhe fora conferido pela vida, foi subindo lentamente. Seu corpanzil pesado tinha muita dificuldade para se mover naquele terreno irregular. Durante o trajeto, muitas vezes tropeçava na falta de experiência, e rolava morro abaixo. Mas, depois de se refazer, recomeçava a caminhada. A trilha era estreita, e muitas vezes, ela parava para Dar passagem a outros animais, que subiam ou desciam, e sempre gentil, oferecia-lhes seu sorriso.

Alimentava-se da vasta vegetação, e seu paladar provou novos sabores. Alguns amargos, mas outros absurdamente tenros e macios. Olhando ao redor, para não perder nenhum detalhe, deu-se conta de que havia flores, ornamentando o caminho, e estas, com seu perfume, derramavam alento, dentro de seu coração.Enquanto a Tartaruga se empenhava em subir, tomando muito cuidado com as quedas, a Águia, há muito já alcançara o topo. Aliás, não demorara quase nada, e agora, no alto de uma frondosa árvore, se perguntava quanto tempo levaria a Tartaruga, para vir a ter com ela.

Esperou dias e noites. E aquela paisagem, sempre encantadora, foi tornando-se cansativa, e ela ansiou por sair dali. Precisava alçar vôo, traçar novas metas. Tinha sido tão fácil chegar, e agora se perguntava porque incentivara a pobre Tartaruga a subir. Não seria possível esperar por ela. A vida se agitava dentro das suas veias, e estagnar significava matar seu espírito. Morreria, se ficasse. Precisava estar em constante movimento, para que suas asas não atrofiassem. Olhou para baixo, e nem sinal da Tartaruga. Então, seu piado forte, cortou o silêncio, enquanto ela cortava o céu, e voou dali.

Anos mais tarde, completamente exaurida, chegou a Tartaruga ao topo. Durante este tempo todo, enquanto caminhava, e quando o cansaço minava as suas forças, era nas palavras da Águia que ela pensava. Veria algo novo. Veria um novo mundo. E este pensamento foi seu alimento. A cada vez que quase sucumbia, tentava visualizar aquele horizonte, descrito pela Águia, e então, cantarolante, começava tudo outra vez.

Seus passos eram constantes. A subida não lhe conferira uma nova velocidade. Muitas vezes, havia sido muito duro, olhar para o alto, e ver o quanto ainda faltava. Então, ela olhava para os lados. E olhava atrás de si. E, orgulhosa constatava que, mesmo que morresse ali, que jamais atingisse seu objetivo, jamais em sua vida, havia feito algo igual.

Faltava pouco agora, para que conhecesse um mundo novo. Mais alguns arbustos e estaria no topo da montanha. Seu coração batia apressado, seu corpo tremia de ansiedade e excitação. Então, a cortina se abriu. Tudo o que vivera até então, não se comparava ao que estava sentindo. Lá estava o horizonte se encontrando com o mar gigante. Ambos se tocavam, numa suave carícia, e o Sol, nascia da união dos dois. Vinha saindo, todo matreiro, de dentro do mar, e erguia-se sobre a Terra.

Nesta hora, duas lágrimas suaves, brotaram nos olhos da Tartaruga. Mentalmente agradeceu à Águia, pelo incentivo que lhe dera. Sabia que não a encontraria ali. Sempre soubera. A Águia plantara dentro dela, um par de asas gigantes. Apostara em sua persistência, e graças a ela, a Tartaruga se tornara única, entre todas as Tartarugas. Com um suspiro emocionado, recolheu-se dentro de seu casco, e dormiu serenamente.

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